O Surf é segundo o dicionário Priberam, de Porturgal, o "Desporto que consiste em manter-se em equilíbrio numa prancha conduzida por uma vaga de quebrar das ondas". Mas o que isso tem a ver com Economia?
Dependendo do tipo de visão que o leitor tenha pode não fazer sentido o desenrolar do texto a seguir...mas se observar tem uma lógica interessante na análise.
No Surf o surfista "pega a onda" e vai conduzindo sua prancha até aonde for possível a onda o levar.
Na Economia atual do Brasil minha visão é de que seria a mesma coisa. Os setores da economia só estão aquecidos em questão de consumo, mas em desenvolvimento ainda somos carentes. Exemplo disto é a incapacidade de termos tecnologias suficientes para concorrer de igual com o "países desenvolvidos". Veja o caso das montadoras por exemplo. Você pode comprar um carro feito no Brasil mas certamente o dinheiro não irá ficar aqui e nem o carro é de uma montadora nacional.
A Economia vai na onda que a leva e tenta ir ao maior nível possível, mas ainda são as comodities que sustentam exportações do Brasil.
Quanto a tecnologia o Brasil ainda é muito dependente de produção internacional. Parte desta onda que o Brasil "pega" é devida a falta de educação com qualidade com a aplicação no Brasil.
A falta de formação de pessoas cidadãs também, em minha opinião, agrava a situação. Num país que houve uma ascenção de classes baixas a pouco tempo é possível que estejamos a caminhos de mudanças.
Mas se o Brasil não parar de surfar nas ondas e comerçar a ser o Poseidon(Deus dos mares na mitologia Grega) ficará difícil conseguir ser um país justo.
Essa mudança de paradigma deve começar pela educação.
Dependendo do tipo de visão que o leitor tenha pode não fazer sentido o desenrolar do texto a seguir...mas se observar tem uma lógica interessante na análise.
No Surf o surfista "pega a onda" e vai conduzindo sua prancha até aonde for possível a onda o levar.
Na Economia atual do Brasil minha visão é de que seria a mesma coisa. Os setores da economia só estão aquecidos em questão de consumo, mas em desenvolvimento ainda somos carentes. Exemplo disto é a incapacidade de termos tecnologias suficientes para concorrer de igual com o "países desenvolvidos". Veja o caso das montadoras por exemplo. Você pode comprar um carro feito no Brasil mas certamente o dinheiro não irá ficar aqui e nem o carro é de uma montadora nacional.
A Economia vai na onda que a leva e tenta ir ao maior nível possível, mas ainda são as comodities que sustentam exportações do Brasil.
Quanto a tecnologia o Brasil ainda é muito dependente de produção internacional. Parte desta onda que o Brasil "pega" é devida a falta de educação com qualidade com a aplicação no Brasil.
A falta de formação de pessoas cidadãs também, em minha opinião, agrava a situação. Num país que houve uma ascenção de classes baixas a pouco tempo é possível que estejamos a caminhos de mudanças.
Mas se o Brasil não parar de surfar nas ondas e comerçar a ser o Poseidon(Deus dos mares na mitologia Grega) ficará difícil conseguir ser um país justo.
Essa mudança de paradigma deve começar pela educação.
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